A homilia

13 04 2008

O principio teológico de uma homilia, deve ser reservado ao ministro sagrado, que é o sacerdote ou diácono, sendo assim não é permitido aos fieis não-ordenado, portanto não é pela capacidade expositiva ou de preparação teológica, mas uma função reservada àquele que é consagrado com o sacramento da Ordem sagrada, nem a autoridade do Bispo diocesano tão direito a tal dispensa, conforme cânon 70.

É necessário esclarecer que não se pode admitir a pratica adotada em algumas ocasiões, onde é confiável aos seminaristas estudantes de teologia, que ainda não são ordenados “a pregação Homilética”, portanto a homilia não pode ser considerada como um treino para o futuro ministério.
A homilia não pode ser confiada em nenhum caso a sacerdotes ou diáconos que tenham perdido o estado clerical ou que, de algum modo, tenham abandonado o ministério sagrado.

É licito um breve comentário, para favorecer uma maior compreensão da liturgia que se celebra, porém não necessariamente seja durante a missa, seria uma catequese antes do inicio da celebração.
A homilia fora da Santa Missa pode ser pronunciada por fiéis não-ordenados em conformidade com o direito ou com as normas litúrgicas e na observância das cláusulas neles contidas.

Como realizar uma homilia na linha da teologia.

Para que toda homilia tenha propriedade é necessário fazer uso dos métodos: exegese e a hermenêutica, porém são palavras curiosas em nosso vocabulário. A utilização da exegese é interpretar o texto bíblico, onde a Palavra de Deus é viva para todas as épocas. A hermenêutica é um dos métodos que permite incorporar a uma critica literária e a história vivida naquela época, de maneira mais ampla e ultrapassando toda a distância entre o tempo do autor que fora destinado o texto e a época contemporânea da mensagem contida, portanto toda exegese é chamada a ser completada por uma hermenêutica.

Na exegese e na teologia há uma relação entre o Antigo e Novo Testamento, onde no interior da Bíblia cristã, estás relações não deixam de ser complexas. Quando se trata da utilização de textos particulares, os autores do Novo Testamento recorrem naturalmente aos conhecimentos e aos procedimentos de interpretação da época deles. Exigir que se conforme aos métodos científicos modernos seria um anacrônico. A teologia consiste em uma visão dos sinais que os textos contem, onde por trás dos dados mutáveis da situação atual e nas profundas motivações dos desafios que se apresentam à evangelização, é necessário descobrir « os sinais da presença e do desígnio de Deus ». Trata-se de uma análise que se deve fazer à luz da fé, com uma atitude de misericórdia.

No Sacrosanctum Concilium, vem nos relata que a homilia é a exposição dos mistérios da fé e das normas da vida cristã no decurso do ano litúrgico e a partir do texto sagrado, é muito para recomendar como parte da própria Liturgia; não deve omitir-se, sem motivo grave, nas missas dos domingos e festas de preceito, concorrida pelo povo.

Com tudo aqui exposto a homilia é um conjunto de métodos utilizados para que seja organizado de maneira que a assembléia possa compreender que a palavra de Deus é Amor, onde Ele é Alfa Omega.

Pesquisa realizada por: Marcelo Antônio – Consgrado da Comunidade Obra de Maria
Sacrosanctum Concilium
Código de Direito Canônico
Diretório Geral para a Catequese.

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