Carnaval – Surgimento do Trio-elétrico

22 02 2009

Dupla DDD em trio-elétrico no II Vou Louvar, um dos muitos eventos com a Dupla!

Dupla DDD em trio-elétrico no II Vou Louvar, um dos muitos eventos com a Dupla!


O trio-elétrico é a “criação” mais nova do Carnaval brasileiro. Ele surgiu em 1950, quando os músicos baianos Dodô e Osmar, conhecidos como “dupla elétrica”, equiparam um capenga Ford 29 com dois alto-falantes e saíram tocando pelas ruas de Salvador. Foi um sucesso. No ano seguinte, o Ford foi trocado por uma picape e a dupla convidou Themístocles Aragão para compor, agora sim, um “trio elétrico”

Daí a gente não perde a oporutunidade de aproveitar dessa invenção para evangelizar. Vários foram os eventos onde a gente promoveu verdadeiros arrastões pelas ruas das cidades fazendo uma demonstração pública de nossa fé.

Se o pessoal pode dizer que se alegra atrás de um trio elétrico, por que a gente não pode dizer que é feliz de verdade com a presença especial de Jesus no meio de nós seguindo um mesmo equipamento?

É tem muito mais eventos com trio-elétrico ainda esse ano. Aguardem!





Aprenda a dançar frevo com o Grampulino

20 02 2009

Aprenda com Grampulino alguns passos de Frevo:





Carnaval – Com o bloco na rua (do Rio)

20 02 2009

Os blocos carnavalescos surgiram em meados do século 19. O primeiro de que se tem notícia é creditado ao sapateiro português José Nogueira de Azevedo Prates, o Zé Pereira. Em 1846, ele saiu pelas ruas do Rio de Janeiro tocando um bumbo. A balbúrdia atraiu a atenção de outros foliões, que foram se juntando ao músico solitário.

É por isso que se comemora o sábado de Zé Pereira, que abre o período carnavalesco em memória ao responsável pelo primeiro bloco!!!





Como surgiram o confete e a serpentina?

19 02 2009

Essas “armas” da folia carnavalesca já eram usadas na metade do século 19 nos bailes de máscara em vários países da Europa. No Brasil, elas apareceram um pouco mais tarde, por volta da década de 1890.

O confete chegou ao Rio de Janeiro junto com o costume dos corsos – carros decorados, também importados da tradição européia, que desfilavam carregados de foliões. Na época, o confete e o corso foram comemorados pelos jornais como símbolos de civilização. Também, pudera: nos primeiros tempos do nosso Carnaval, as brincadeiras eram inspiradas no entrudo, uma folia herdada de Portugal que envolvia água, lama e outras nojeiras.

Nesse sentido, as batalhas de confetes eram muito mais limpas e inofensivas. A mesma coisa vale para as serpentinas. Elas também surgiram mais ou menos na mesma época, inspiradas pelas chamadas “bolas carnavalescas”, que estrearam no Carnaval de 1878.
“Algumas dessas bolas eram de papel de seda e se desfaziam ao serem jogadas”, afirma a historiadora Rachel Soihet no livro A Subversão pelo Riso.





Carnaval – Abram alas para um ritmo carioca

19 02 2009

As marchinhas carnavalescas deram o tom da festa entre as décadas de 1930 e 1950. Mas o ritmo surgiu ainda no final do século 19. “Ó Abre Alas” é considerada a primeira canção escrita especialmente para um bloco de Carnaval. A “música para dançar” foi composta pela maestrina Chiquinha Gonzaga (foto), em 1899, para o bloco carnavalesco Rosa de Ouro, do Andaraí, no Rio de Janeiro.

Em todo o país os cristãos também pedem passagem para os retiros e eventos que acontecem em paralelo aos dias de folia. Estes por sua vez não estão isentos de marchinhas, canções e momentos de animação no ritmo do carnaval. A diferença se dá na ausência de drogas, álcool e também pela presença de momentos intensos de oração e louvor em sua programação.